Um forte “não” do voleibol brasileiro a qualquer tipo de preconceito. Nesta sexta-feira, Dia Internacional de Combate à Homofobia, Bifobia e Transfobia, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) lança a campanha “Com Preconceito Não tem Jogo”. O cenário da ação será o Maracanãzinho, que recebe os jogos da primeira semana da Liga das Nações feminina. Às 21h, o Brasil enfrenta os Estados Unidos e as líberos da equipe de José Roberto Guimarães, Natinha e Nyeme, estarão em quadra com uma camisa especial, estampada com a bandeira antipreconceito. A ação se repetirá na disputa masculina da Liga das Nações, na próxima semana.
“Estamos a pouco mais de dois meses dos Jogos de Paris 2024. E em um ano olímpico o alcance das mensagens é ainda mais amplificado. Além do trabalho constante para manter nossa excelência esportiva, a CBV quer que o voleibol seja um instrumento de inclusão, educação e respeito. Essa campanha traduz esse pilar desta gestão. O preconceito não tem espaço no vôlei e na sociedade. É este o recado que queremos dar, com o apoio de Federações, atletas, ex-atletas, técnicos e clubes”, diz Radamés Lattari, presidente da CBV.
A campanha foi desenvolvida em parceria com a End To End e com a participação de atletas e ex-atletas como Anderson Melo, Thiagão, Maria Clara e Fabiana. Na entrada do Maracanãzinho, tatuagens temporárias serão distribuídas para a torcida com a frase “Com preconceito não tem jogo”. A campanha terá um vídeo e um manifesto, que serão lançados durante a partida entre Brasil e Estados Unidos, e vai se desdobrar com peças nas redes sociais da CBV ao longo da reta final de preparação para os Jogos Olímpicos.
“No início do ano, a CBV lançou a campanha “Você inspira, o mundo muda”, que destacava a importância do uso consciente das redes sociais. Agora, o recado é que no voleibol brasileiro não há espaço para qualquer tipo de discriminação. Tivemos reuniões e debates com grupos de atletas, que tiveram participação fundamental da elaboração dessa campanha. Essas ações mostram que o esporte vai muito além de títulos e competições. Jogadores, técnicos e todos os envolvidos no ecossistema do voleibol são importantes vetores de informação. Queremos que as mensagens do voleibol brasileiro sejam inspiradoras e em prol de um mundo mais justo, mais igual e com mais empatia”, destaca Henrique Netto, diretor de Novos Negócios da CBV.
Em 2022, a CBV se tornou a primeira confederação esportiva do Brasil a adotar uma política interna para promover a equidade de gênero e a valorização da diversidade. Este ano, após a ocorrência de casos de racismo em jogos da Superliga B, uma alteração do regulamento da Superliga Bet7k, proposta pela CBV, tornou ainda mais duras as penalizações em casos de atos discriminatórios nas competições nacionais de voleibol.
“Estamos muito orgulhosos em fazer parte de um movimento tão importante para a sociedade como este liderado pela CBV. O esporte traz valores inegociáveis e tem um viés educacional que é imprescindível ser propagado. Vivemos um momento de amplificar as pautas e combater o preconceito, tendo como foco a conscientização das pessoas. Mais uma vez, a CBV faz a diferença no âmbito esportivo e social, com uma campanha incrível, construída também com a participação dos atletas, que são fundamentais para alavancar ainda mais estas mensagens em busca de um mundo mais justo e acolhedor”, diz Danielle Vilhena, Diretora de Projetos e Operações de Marcas da Agência End to End.
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