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No Chile, Brasil vai em busca do título inédito do Mundial sub-17 feminino

Segunda edição começa nesta quinta-feira (6/8) e as brasileiras estreiam contra as croatas

BB
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5 de agosto de 2026

A novíssima geração do voleibol brasileiro está no Chile para a disputa da segunda edição do Campeonato Mundial Sub-17 feminino. O Brasil, que ficou na quinta posição em 2024, quando a competição aconteceu pela primeira vez, agora busca o título sob o comando do técnico Marcelo Freitas, o Dentinho. A estreia da equipe brasileira será nesta quinta-feira (6/8), contra a Croácia, às 18h (de Brasília), em Santiago, capital chilena.

A seleção sub-17 retomou a preparação com foco no Mundial no início de 2026, com três laboratórios de avaliação realizados no Centro de Desenvolvimento de Voleibol Enel Brasil, com a participação de jovens atletas oriundas de todas as regiões do país. Com as convocadas, foram realizados mais oito blocos de treinamentos e partidas preparatórias antes do embarque para o Chile, onde será disputado o Mundial.

"O Brasil tem o peso da tradição. E a categoria Sub-17 é a porta de entrada para a seleção nacional, com muitas atletas que estão participando pela primeira vez de uma competição internacional. Temos uma equipe homogênea e versátil, em um grupo no qual qualquer uma das 14 atletas pode estar dentro de quadra", comentou o técnico Dentinho.

Na competição, estão 24 equipes divididas em quatro chaves, com seis componentes cada uma. Elas se enfrentam dentro dos respectivos grupos, e as quatro melhores avançam para as oitavas de final. A partir de então, o campeonato segue em sistema eliminatório simples. O Brasil está no Grupo C e, além da Croácia, enfrentará Polônia, Argentina, Espanha e Japão. Todas as partidas serão transmitidas pela plataforma da Volleyball World TV.

"O campeonato conta com muitas equipes competitivas, e a nossa chave é considerada por muitos como a mais difícil. Japão e Polônia são escolas de muita tradição no voleibol. Croácia e Espanha contam com bons valores, meninas altas e habilidosas, enquanto a Argentina traz a questão da grande rivalidade. Fora do nosso grupo, ainda destaco a presença dos Estados Unidos, que não participou da primeira edição, o crescimento da Venezuela e as boas gerações da Coreia do Sul e da República Dominicana. Temos que saber jogar taticamente contra cada adversária," avaliou Dentinho.

O Brasil disputa o Mundial Sub-17 feminino com a oposta Sophia Levandoski; as levantadoras Catarina e Laura Dias; as ponteiras Luiza Queiroz, Marina Maccarone, Meilani, Pietra Bastos, Vic Martini e Victoria Gama; as centrais Duda Bender, Isadora Costa e Sofia Arruda; e as líberos Carolina Bittencourt e Jordâna.

TABELA – PRIMEIRA FASE – GRUPO C

6/8 (QUINTA-FEIRA) – Brasil x Croácia, às 18h

7/8 (SEXTA-FEIRA) – Brasil x Polônia, às 15h

8/8 (SÁBADO) – Brasil x Argentina, às 15h

10/8 (SEGUNDA-FEIRA) – Brasil x Espanha, às 18h

11/8 (TERÇA-FEIRA) – Brasil x Japão, às 21h

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