

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), em parceria com a Retize, está implementando uma nova estrutura de dados que unifica e organiza informações de diversas plataformas utilizadas pela entidade como site, Voleishop (loja oficial), Sou do Vôlei (comunidade oficial do vôleifã) e redes sociais. A iniciativa fortalece a capacidade analítica da CBV e prepara o voleibol brasileiro para um novo ciclo de crescimento, baseado em inteligência, segmentação avançada e oportunidades ampliadas de receita.
A reformulação da estrutura de dados da CBV começou em 2021 e chegou em 2026 com o projeto consolidado pela Retize. Novos parceiros comerciais como a Piracanjuba e a UniFECAF já têm entregas digitais inseridas no projeto. A nova estrutura permite que a CBV atue com velocidade na criação de iniciativas de receita direta com o fã, no desenvolvimento de ofertas personalizadas e na otimização de vendas de ingressos e produtos oficial. A parceria também amplia a capacidade comercial da entidade que oferece aos patrocinadores audiências qualificadas, além da segmentação estratégica e métricas de impacto mais consistentes.
O vôlei está entre as modalidades que despertam maior interesse entre brasileiros conectados, representa uma audiência massiva e altamente engajada. Com a consolidação de múltiplas fontes de dados em um único ambiente estruturado, a CBV aprofunda o seu conhecimento sobre seus públicos, como interagem com a modalidade e quais comportamentos indicam maior propensão ao consumo, engajamento ou participação em produtos da entidade.
Segundo Henrique Netto, Diretor Comercial, Marketing e Novos Negócios da CBV, o avanço representa um movimento essencial para o próximo ciclo da modalidade:
“A modernização da nossa estrutura de dados nos permite enxergar o potencial do vôlei com ainda mais profundidade e nos coloca a frente no mercado esportivo. Nos aprofundamos em um cenário no qual entendemos melhor nossos fãs, personalizamos nossa atuação e geramos mais valor para marcas que investem na nossa modalidade. Estamos preparados para transformar inteligência em novas oportunidades de negócio”, afirma Henrique Netto.
Com dados unificados, a CBV passa a operar campanhas mais precisas, mensurar resultados de forma integrada e direcionar comunicações específicas para diferentes perfis de fãs. Isso abre espaço para novas estratégias de relacionamento, ativações digitais mais eficientes e maior retorno para marcas que desejam dialogar com a comunidade do voleibol. A CBV passa a atender a demanda dos patrocinadores de uma forma mais personalizada com dados de demográficos de consumo específicos. Tudo isso respaldado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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